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  • 11.03.2019 - 14:42

    Um Brasil do lado de lá do espelho

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    Pablo Vittar é cotado como "mulher" mais sexy, Thammy Gretchen é cotada como "homem" mais sexy e agora só falta o Tiririca ganhar um assento na Academia Brasileira de Letras e a Jojo Todynho ganhar o concurso de Miss Brasil. Isso não é nada para um país que tem um presidiário analfabeto como Doutor Honoris Causa e um Presidente da Suprema Corte que nunca foi Juiz.

    Vivemos no país do espelho, onde as imagens são invertidas pela grande mídia comprometida com a esquerda. Uma parcela do povo idolatra e pede a liberdade de um corrupto que não só roubou dinheiro, mas também os sonhos das pessoas, e ainda chamam de "criminoso" o Juiz que o condenou pelos crimes.

    Mulheres escrevem cartas de amor para um ex-goleiro matador de mulher; gays idolatram Che Guevara que matava gays e ativistas negros endeusam um líder de quilombo que mantinha escravos negros, mas esquecem de todos os brancos abolicionistas que lutaram pela liberdade dos escravos, sobretudo daquela que a assinou.

    Que maravilha de país! Guerrilheiros recebem pensão como prêmio por assaltos, assassinatos e sequestros e um fuzil nas mãos de um bandido não representa qualquer ameaça.

    Enquanto isso nossos policiais são mortos aos borbotões. Mas o que esperar de uma gente que transformou Marielle em heroína, mas esqueceu da professorinha que morreu queimada depois de salvar várias crianças de um incêndio criminoso? Isso fora os que acharam um absurdo uma policial matar um bandido que ameaçava mães na porta de uma escola.

    Invasores de terras matam gado, destroem laboratórios e queimam casas em nome da "justiça social", e manifestantes queimam carros, depredam patrimônio público e saqueiam lojas pedindo "ordem". Tempos atrás foi por causa de um aumento de vinte centavos nas passagens, mas são os mesmos que clamam pela liberdade de quem lhes roubou bilhões de reais, e quando roubou, ficaram calados.

    Nas universidades, que deveriam ensinar os alunos a serem produtivos, doutrinam com base nas filosofias de um vagabundo improdutivo chamado Marx, e que viveu a vida inteira às custas da mulher, rica. Mulheres gritam contra o feminicídio, mas defendem a morte de inocentes no ventre.

    Aqui os militantes que pregam a paz são os que praticam o ódio e os políticos que falam em liberdade são os que aprisionam os humildes na ignorância. Até o que veio pedir o fim das "fake news" foi o que mais se utilizou de mentiras em sua campanha.

    Aqui, meu filho, comunistas falam em igualdade morando em mansões, voando de primeira classe, comendo em restaurantes caros e com rolex no pulso. Lutam contra o capitalismo tirando férias na Disney ou Nova York, e fazendo discursos tomando um scotch 20 anos no baixo Leblon. É lá que fazem defesas apaixonadas da "democracia" de Cuba, onde não tem eleições desde 1959 e nem é permitido existir oposição. É onde empunham suas bandeiras contra a ditadura e defendem a liberdade de expressão, mas reverenciam Maduro, que condena seus opositores às masmorras, retira toda a liberdade de expressão e pune com a morte os manifestantes. Puxa... Que romântico!

    Esse foi o legado deixado pela esquerda depois de longos 14 anos.

    Só espero, sinceramente, que estejamos entrando numa nova fase, e que o Brasil comece a sair dessa inversão maldita, passando a trilhar por uma estrada reta e decente, porque nunca antes se viu um país pegando um atalho tão curto para a decadência.

    Marcelo Rates Quaranta