P?ina inicial

Notícia > Política

  • 04.10.2020 - 07:41

    Prefeita Márcia Tornozeleira manda prender religioso por pintura de igreja. Intolerância ou coisa estragada na cabeça?


     Terá sido uso de muita substância estragada para justificar tamanha arbitrariedade cometida pela prefeita do Conde, Márcia Lucena, contra o padre Luciano, da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, que foi preso – pasmem o leitor – por mudar a cor do cruzeiro da Igreja de azul para marrom? Ou foi mesmo uma questão de intolerância à igreja católica, pois se sabe que ela professa as ideias comunistas que abominam as práticas catolicistas? Ou as duas juntas? Bom, o fato é que a ordem de prisão do religioso foi emanada pela prefeita à sua Guarda Municipal neste sábado(3), conforme registro feito no blogdovanderlanfarias, que o MOMENTOPB transcreve abaixo:

    “Custo a acreditar no que aconteceu neste sábado (03), no município do Conde, litoral sul da Paraíba. Prender um padre por causa da pintura de um cruzeiro da igreja, é, no mínimo, um “sacrilégio”, para não citar coisa pior.

    Já vi padre ser preso sob acusação de pedofilia e até de enriquecimento ilícito, mas não por um motivo tão fútil. Uma conversa entre as partes talvez resolvesse o problema. Seria um modo bem mais civilizado de tratar o caso.

    O pior de tudo é que a prisão teria sido ordenada pela prefeita Márcia Lucena, principal autoridade do município.

    O padre. Luciano Gustavo Lustosa da Silveira, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, não só acusou, como revelou a causa da atitude da prefeita, conhecida por não ser “muito afeita”, digamos assim, à religião católica.

    O padre havia solicitado à prefeitura, através de ofício, a mudança de cor do cruzeiro de azul para marrom. Sem resposta, mandou fazer o serviço e acabou sendo preso e conduzido à delegacia. Os guardas municipais que prenderam o sacerdote, claro, recebem ordens da prefeita e somente dela.

    Indignado e constrangido com a situação, o padre protestou contra o que considera “ato autoritário e intolerância religiosa”.

    “É uma coisa absurda! A gente fica de boca aberta diante dos desmandos, da arbitrariedade, do autoritarismo. Sabemos que existe um viés comunista nisso, né? E sabemos que, quem é comunista, odeia igreja, odeia padre, tudo que é religioso, persegue, é autoritário e não tem caridade com ninguém!”, declarou Luciano Gustavo.

    Até onde o blog tomou conhecimento, nem a prefeita nem a prefeitura se pronunciaram sobre o episódio. Márcia Lucena preferiu o “silêncio dos inocentes” como resposta, deixando ainda mais revoltados o padre e a comunidade católica.

    Mas, tudo indica que a coisa não vai parar por ai. O religioso estaria levando ao arcebispo da Paraíba, Dom Delson, não só esse caso, mas um verdadeiro “dossié” para provar a intolerância da prefeita do Conde à religião católica.

    Sei não, mas uma confusão dessas em plena campanha eleitoral, só com muita reza”.