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01.03.2020 - 05:28
Manifestação do dia 15 fortalecerá a democracia e respaldará o governo de Bolsonaro
É de conhecimento global o motivo da revolta e da ira contra o presidente Jair Bolsonaro por parte daqueles que foram detonados do poder nas eleições de 2018. Perderam as facilidades, as verbas gordas e generosas, as propinas no âmbito federal, as aspones em órgãos públicos e agora perderam de vez a compostura. Os ataques infinitos recheados de calúnia e difamação; notícias plantadas, minuto a minuto, sob a égide da Rede Globo, numa ação frenética e desesperada para fomentar o ódio popular contra o presidente, não tem surtido o efeito desejado.
Nem mesmo os espaços generosos ao Congresso Nacional, nas matérias produzidas pela Globo, tem conseguido abrir as portas da indignação e da revolta contra o atual governo e seu gestor, tamanha a falta de credibilidade e de respeito que o povo nutre em relação aos seus representantes congressistas, na sua grande maioria respondendo processos de diversa natureza, inclusive criminais.
Andar pelas ruas de qualquer centro urbano sem ser molestado por reação ofensiva de populares, não é para qualquer homem público que herdou uma massa falida, com mais de 14 milhões de desempregados, a corrupção impregnada nas paredes de todos os ministérios e entidades da esfera governamental, um Congresso pusilânime, um judiciário apodrecido e uma sociedade desacreditada. Jair Bolsonaro tem conseguido essa façanha!
A sociedade percebe claramente que seus contendores, agrupados em partidos políticos de filosofia esquerdista com fortes semelhanças às organizações criminosas instaladas nos presídios de todo país, não tem moral, autoridade, respeito e nem credibilidade para atacar quem quer que seja, menos ainda o político de uma trajetória sem qualquer nódoa ou registro capaz de desqualificar sua conduta, que é Bolsonaro.
E o que preocupa os adversários é exatamente isso. Não adianta associá-lo ao fascismo, que fascista ele não é! Ditador também não. O fascismo está associado à Repúblicas totalitárias dominadas por ditadores. Foi assim com Hitler, Stalin, Mussolini, Franco e mais recente com Maduro, Saddan Hussein, Fidel Castro, Pinochet, Gaddafi e outros que o ex-presidiário Lula, idolatrado pelos esquerdistas brasileiros, batia continência. Se ele tivesse essa característica, não estaria seguindo rigorosamente o que determina a Constituição Federal, embora retalhada para atender os caprichos e os interesses escusos dos parlamentares que se dizem representantes do povo.
O que Bolsonaro quer não é golpear as instituições, mas ordená-la. Quando se convoca um ato público para protestar contra tudo que está de errado nas ações do judiciário e do legislativo não significa varrê-los do mapa, o que seria muito oportuno, mas um sinal de alerta aos seus componentes para entender que a Nação não está mais adormecida nem entorpecida pelas propagandas mentirosas desses últimos 20 anos de governo.
O chamamento vem das bases, do povo, sem verbas públicas ou patrocínio de organismos ou entidades mantidas com recursos federais/estaduais, como acontecia até recentemente.
Tudo em nome da democracia, que não pode ser interpretada como sinônimo de roubalheira.
(MOMENTOPB)