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  • 30.01.2024 - 11:14

    Invasora na mira do Gaeco cria sindicato e agora recruta quilombolas


    Cludia Alves Bezerra  investigada pelo Gaeco Cludia Alves Bezerra investigada pelo Gaeco

    Novas investigações apontam que Cláudia Alves desistiu de associar sua imagem ao suposto assentamento Margarida Maria Alves e decidiu, agora, fundar um sindicato de "trabalhadores rurais" e recrutar pessoas para se passarem por "Quilombolas" e, com base nisso, invadir novas áreas, sob o pretexto de se tratar de comunidade tradicional, para, em seguida, tentar a demarcação dessas áreas.

    As ações de Cláudia Alves não são bem vistas por lideranças dos verdadeiros movimentos sociais ligados à terra na Paraíba. Para atingir seus objetivos, ela flerta com políticos da esquerda e da direita o tempo inteiro e não mede esforços para se beneficiar.

    Na justiça ela responde por estelionato (venda de imóvel de terceiro), constituição e integração de organização criminosa, falsidade ideológica e formação de quadrilha.

    No dia 30 de novembro de 2023, uma Força Tarefa composta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado – GAECO e pela Polícia Civil desencadeou a “Operação Hemera" cujo objetivo era dar cumprimento a mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba numa investigação do próprio GAEGO que vem apurando fatos que indicam possíveis condutas criminosas praticada por Cláudia Alves Bezerra, que liderou processo de invasão da fazenda Paratibe na Praia do Sol e chegou a desmatar cerca de 45 hectares de vegetação dos biomas manguezal e mata atlântica.