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  • 10.07.2019 - 17:08

    INCOMODANDO: Zennedy pode estar sendo alvo de tudo o que é estilingue

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    Sem qualquer procuração para defender o cidadão Zennedy Bezerra a manchete que se alastra pelos meios de comunicação do estado pode ser vista como uma espécie de retaliação ao auxiliar municipal cuja atuação vem contrariando muita gente desde que resolveu limpar o cenário visual de uma das cidades mais contempladas pela natureza em recursos naturais do país e cuja paisagem vegetal vinha sendo devastada pela presença desordenada de ambulantes e de placas de sinalização.

    Ao remover as agressões ao centro urbano da capital paraibana Zenedy comprou uma briga com setores da economia que preferem o anonimato e a clandestinidade para operar e prosperar.

    A cassação de sua CNH, por alegações pouco consistentes, já que baseada em um Código de Trânsito cujas leis ferem a Constituição, ao exigir que supostos infratores colaborem para reunir provas contra eles, o que é reconhecidamente inconstitucional, e cujo debate já se estende para os tribunais superiores, tem tudo para cair no vazio das altercações políticas.

    A cassação da CNH de Zennedy pelo ingrediente político que apresenta, e pelas atribuições, que lhe são conferidas, pode adquirir conotação política acarretada pela cruzada desenvolvida contra a invasão de ambulantes e pela remoção de placas, contestações quase sempre manipuladas por forças ocultas, quase sempre a disposição de interesses subalternos, angariando um matiz próprio das escaramuças políticas, com objetivo de atingir o secretário, sobretudo, sendo ele o provável candidato a prefeito visto como aquele do lado esquerdo do peito.

    A pecha de motorista embriagado ao volante não condiz com a reputação do secretário reconhecido como cidadão probo até para os que não gostam dele e a fragilidade da acusação, calcada na sua recusa em fazer um teste de bafômetro, não esclarece absolutamente nada muito pelo contrário expõe a inconstitucionalidade de uma legislação que tem como principio determinar que o réu reúna provas para sua condenação, o que é absolutamente inadmissível pela Constituição do país, e isso se torna suficiente para por fim a discussão ao tempo que dá um ranço político á publicação de hoje do Diário Oficial.

    O pior, é que o espalhafato da notícia atende a muitos interesses, inclusive aqueles que estão ao redor de Zennedy disfarçados de aliados e amigos apavorados com a sua ascensão no conceito popular ao tomar e defender medidas que se sintonizam com os interesses da cidade, e, de quebra causando inveja e ciúmes nos postulantes menos credenciados e não tão capazes de colher aplausos, como se tem revelado o secretário municipal ao ascender na admiração do povo por sua incansável cruzada em não permitir o caos na velha Nossa Senhora das Neves.

    Por outro lado, os adversários tradicionais, aqueles que podem atropelar o secretário com recursos próprios da máquina administrativa em seu poder, não perderam tempo em dar espaço e estrondo ao ato publicado em órgão oficial mesmo sabendo que, do ponto de vista jurídico a acusação de embriagues requer robustez já que fica evidente que Zeneddy não contribuiu para construir provas contra ele e não fez o teste do bafômetro deixando o caso cair na discussão da inconstitucionalidade da Lei.

    Em nota curta, o secretário diz que vai esclarecer os fatos no campo jurídico e tem amparo na legislação para não entregar sua CNH por não existir prova evidente da infração alegada servindo o fato para se transformar em mais uma daquelas escaramuças tão comuns na Paraíba principalmente quando se aproximam os embates eleitorais e um candidato em potencial como Zennedy vira vitrine para todo tipo de estilingue. (jampanews)