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02.10.2026 - 07:23
Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema e Pablo Marçal falam de censura, ditadura e atentado a democracia
Candidatos detonaram a interferência do judiciário
Após tomarem conhecimento da decisão da TV Globo de cancelar o debate entre os candidatos à Presidência, os postulantes e figuras políticas criticaram decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF) que interferiram nas regras estabelecidas anteriormente, motivando o cancelamento do encontro.
Ronaldo Caiado (PSD) afirmou, segundo o Poder360, que as interferências da Justiça Eleitoral e do STF representam um “atentado à democracia” e um avanço rumo a uma “ditadura da toga”, em que ministros pretenderiam decidir quem será o presidente da República.
Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar do debate após uma determinação do TSE proibir o uso de púlpito vazio para representar candidatos ausentes (como Lula) e classificou a medida como uma forma de “censura”.
Pablo Marçal também criticou a atuação do Judiciário no processo eleitoral, acusando aliados no tribunal de tentar impor censura.
Romeu Zema (Novo) atacou o STF e o TSE após o cancelamento do programa, declarando que as decisões jurídicas geraram insegurança e “enterraram a democracia”.