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  • 19.11.2015 - 09:01

    Bolsonaro chega a João Pessoa disposto a enfrentar a ira de pseudos democratas


    A presença do deputado federal Jair Bolsonaro em João Pessoa nesta quinta-feira tem uma importância “fundamentalista”: serve para revelar os pseudos “democratas” investidos de mandato na Câmara Municipal e cuja intolerância e radicalização demonstradas em declarações preconceituosas e ofensivas à democracia, podem ser comparadas às do polêmico deputado carioca, o mais votado nas últimas eleições no Rio de Janeiro, onde o eleitorado não pode ser menosprezado, o que significa dizer que o militar da reserva não está sozinho nos seus inflamados pontos de vista.

     
    Com quase meio milhão de votos de um eleitorado dos mais esclarecidos do país, e no exercício do seu sexto mandato, ninguém de bom senso e imparcial pode querer tapar a boca deste legítimo porta-voz do cidadão carioca a não serem os xiitas do homossexualismo pessoense, desesperados com a disposição de luta do deputado contrário a adoção indiscriminada das preferências sexuais de uma minoria cujos métodos de intimidação e repressão são tão repulsivos quanto aqueles adotados por todas as ditaduras já experimentadas pela humanidade e cujo objetivo se estende as crianças e adolescentes, alvos de lavagens celebrais sobre sexualidade através de cartilhas onde ser homem ou mulher aparece como aberração inadmissível ou como a mais remota das preferências.
     
    O que se percebe na imensa aceitação política do controvertido deputado fluminense - em um reduto eleitoral onde a liberação dos costumes transformou-se em marketing e em divisa econômica - é que a imensa maioria da sociedade brasileira não comunga com esses avanços da modernidade, onde o centro do mundo, da empáfia e da vaidade deixou de ser o umbigo, desviado para outro recanto da predileção absoluta dessa minoria comprovadamente insolente haja vista os desfiles do orgulho gay onde cenas de desregramento são registradas.
     
    Nenhuma civilização que adotou a homossexualidade como prática de vida sobreviveu aos tempos, por uma razão muita simples: ela é estéril vai de encontro à preservação da espécie. Talvez, por isso, que os deuses de todas as religiões a abominaram. E essa constatação pode ser confirmada nos compêndios da história.
     
    Bolsonaro é um radical, mas não pode ter o seu direito de contestar e de expor suas opiniões, cassado. A sua palavra tem que ser ouvida enquanto a democracia determinar os rumos desse país de tantas contradições e de tantas discriminações.
     
    Esse povo está brincando com a ira divina.
     
    Jair Bolsonaro se diz despreocupado com protestos de vereadores de João Pessoa
     
    O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ),  chegará à João Pessoa na próxima quinta-feira (19).  O parlamentar que divide opiniões por seus posicionamentos diante de temas polêmicos, afirmou não temer protesto e que não se intimidará diante da possibilidade de enfrentar críticas e resistência à sua presença. “Quem quiser gritar vá ao estádio de futebol torcer pelo seu time”, disse Bolsonaro.
    Jair Bolsonaro participará de audiência púbica onde irá discutir “o momento político atual no País”. O requerimento  foi solicitado pela vereadora Eliza Virgínia e dividiu opiniões na Casa Napoleão Laureano.
     
    O vereador Eduardo Fuba (PT) se posicionou contrário à aprovação da matéria, alegando que Jair Bolsonaro é conhecido nacionalmente por incitar discursos de ódio, o desrespeito a valores universais, à dignidade da pessoa humana e a direitos de minorias. “Uma pessoa dessas não merece estar nesta Casa”, disse Fuba.
     
    Para o vereador Bira (PT) a presença do deputado e seus posicionamentos não iriam contribuir em nada com a cidade de João Pessoa. “Todas as vezes que tem oportunidade de usar um microfone, Bolsonaro vocifera absurdos aos quatro cantos. É para essa pessoa que queremos abrir as portas desta Casa? E justo agora, que estamos em um momento de apuração das atrocidades cometidas durante o período do Regime Militar, vem esse cidadão aqui defender a volta desse mesmo regime?”, contextualizou.
     
    Os vereadores Bruno Farias (PPS), Marco Antônio (PPS) e Raoni Mendes (PTB), defenderam que a Casa de Napoleão Laureano era do povo e que todos tinham o direito de se manifestar, independentemente de lados.
     
    “Podemos não concordar, mas qual o problema de escutá-lo? Devemos dar espaço para todos que queiram debater, não podemos selecionar quem merece ou não estar aqui”, defendeu Raoni Mendes.
    Fonte: jampanews